Instituto de Psicologia

Milton H. Erickson

Juiz de Fora

Lugar de crescimento e aprendizagem.

 

Nossas perguntas!

 

Diretores DO INSTITUTO DE PSICOLOGIA MILTON H. ERICKSON DE JUIZ DE FORA.

Outubro/2021

 

Para este mês que se inicia, pensamos em algo mais instigante.  Diante de tantas oportunidades de lives, cursos, conversas informais e, claro, cada um a seu modo aprendendo muito, então pensamos em fazer algo diferente dessa vez. Gostaríamos de ressaltar que, mesmo fazendo as mesmas coisas que os outros, cada um pensa, absorve, entende, processa, sente e inova de maneira individual. A forma como experiencia o momento, o ambiente, o contexto, o tempo, as atividades laborais, o descanso, as relações e a distração, são alguns dos fatores diferenciais. E foi pensando em tudo isso que deixamos algumas perguntas para estimular as suas possibilidades de solução como as atividades físicas, as músicas, as tarefas de casa, as ligações, as vídeochamadas, os aprendizados novos para explorar as habilidades, a freqüência com que executa, as conquistas, as retribuições e etc.…até os novos hábitos e a percepção da nova realidade. Essas são algumas das viabilidades mais utilizadas. Gostaríamos de saber de cada um dos nossos leitores como estão trabalhando nos aspectos abaixo:

 

1.O que você aprendeu durante a Pandemia?

2.Como está trabalhando o seu autocuidado?

3.Você reconhece algum aspecto em que foi afetado pela Pandemia?

4.Como você administra o seu tempo?

5.Você precisou de muita ajuda?

6.O que de bom pode fazer para si e para outros, agora que pode dar continuidade?

7.Quais foram seus sentimentos fortalecedores durante a Pandemia?

8.As suas prioridades mudaram?

9.Quais as suas vulnerabilidades atuais?

10.Que mensagem positiva gostaria de compartilhar?

11.Você sabe listar seus recursos desenvolvidos durante a Pandemia?

12.O que mudou para você até agora, desde o início da Pandemia?

13.Quais são os seus planos para pós-pandemia?

14.Quais os sentimentos mais frequentes desde o início Pandêmico até agora?

15.O que realmente importa em momentos como esse?

16. Quais foram as suas maiores reflexões e quais suas conclusões?

17. Em que pode se desenvolver em termos de relacionamentos?

18. Pelo lado positivo da pandemia, quais as lições e os pontos positivos para você?

19. Como você se reorganizou? Ou está se reorganizando?

20. O que pode desfrutar e que não desfrutava?

21. O que passou a perceber e antes não percebia?

 

Da trajetória às medalhas.

 

Suzana Maria de Paula Mendonça.

Setembro/2021

 

Ao final, é festa, é prêmio, é alegria, é a representação do seu país, é ouro, prata ou bronze. E o que ele fez por anos a fio, até chegar lá? Sem patrocínio, sem dinheiro, sem condições de um treinador, de um local, de uma alimentação apropriada, de uma ajuda de qualquer espécie que seja. Quem sabe pode obter poucas ajudas e receber daqueles que acreditam, que amam, que conhecem o potencial ou que simplesmente fazem por ajudar? Pode ser que só haja julgamento, só haja sugestão, só haja sabor de vitória ou mesmo só haja o conformismo e o esquecimento diante da vitória.

Talvez esqueça as lutas, as decepções, os medos, as faltas, os esforços inesgotáveis. Pode ser que simplesmente o passado, a importância do agora, o lado bom de ter conseguido chegar ao local da competição, esteja mais forte e sendo evidenciado.

E nada em nenhum momento não supera o esforço, a luta, a garra e o treinamento de anos. Aquilo que um ser humano obstinado faz por várias horas, por incontáveis dias com afinco e por anos a fio. O único objetivo é estar entre os melhores? Não! O objetivo é a realização de um sonho que foi apresentado como dom, umsonho antigo, possível, disponível, em forma de potencial a ser utilizado.  

É muito emocionante ver ou estar diante dos atletas que ganham as medalhas olímpicas e atingem o pódio. A medalha de bronze tem gosto de ser o melhor entre os melhores, tem gosto de vitória, tem gosto de superação, tem gosto de valer a pena e tem gosto de ouro. E eis o bálsamo para alma cansada, o corpo disciplinado,o ser humano obstinado.

Porém, fala mais alto todo o caminho até chegar lá. E muitos agradecem a Deus, a outros que apoiaram, aos que de alguma maneira facilitaram, mas não pode estar esquecido o espírito imbatível, o corpo doutrinado, a mente sonhadora de um atletaque treina de forma interminável porhoras, dias, meses, anos e faz os maiores esforços para estar lá.

São tantas as histórias comoventes, bonitas, sensíveis e que agora precisam ecoar nas mentes com mais eficácia, no corpo, como mais ações e no espírito, com mais evolução para atingir os atletas que são sim, os verdadeiros heróis da representação de cada povo. Cada um que orgulhosamente carrega e tremula a sua bandeira decidade, estadoe pais. 

Há que torcer também para um despertar de consciência ampla para estar num mundo mais humano, verdadeiro e real, antes da próxima olimpíada ou competição simples. Isso para que a medalha de ouro tenha sabor de ouro, como frutode trabalho e possa incluir os protetores além dos torcedores.Para que os atletas sejam reconhecidos, respeitados, ajudados e possam realizar os sonhos, tornarem-se modelos a serem seguidos e compartilhar alegrias.

 

Segue mais um ano...

 

Que bom que é AG♥ST♥!

Suzana Maria de Paula Mendonça.

Agosto/2021

 

 

        Até garante ordem,sem dúvida, com trabalho e ousadia, para nós, do INSTITUTUTO DE PSICOLOGIA MILTON H. ERICKSON DE JUIZ DE FORA, que comemoramos mais um ano de trabalho, esforço, amor e respeito pelos que conosco compartilham ou compartilharam seus preciosos tesouros internos e externos.

É com afeto generoso e olhar sensível, que trabalhamos ostensivamente para contribuirmos com um mundo equilibrado, amável,construtivo e mais humano.

Numa busca incessante por trabalharmos a nós mesmos como pessoas e profissionais é que compartilhamos com alegria a nossa trajetória. Neste mês, de agosto de 2021, comemoramos 18 anos de trabalho. E é com satisfação, pelo que temos recebido de retorno pela nossa atuação que continuamos. Expressamos profundo agradecimento a todos, que direta e indiretamente, contribuíram e contribuem para nosso aprendizado, que também é o nosso foco. Desde o dia 22 de agosto de 2003, quando ocorreu oficialmente a nossa inauguração, com pessoas que compõem o quadro da diretoria, nossa jornada tem construído histórias. Histórias individuais, histórias em conjunto, histórias que se cruzam e, todas elas, geram e inspiram outras histórias. ( até aqui para parteda frente)

Siga-nos no item biblioteca desse site e desfrutem de algumas histórias.Colocar abaixo

Daqui para baixo na biblioteca.

Uma das histórias pessoais e inspiradoras...

Era uma vez um lugar mágico. Um lugar onde o dono amava e se realizava nos trabalhos com o gado e plantas. Como era de costume, levava a filha e, às vezes, uma amiga dela para passarem uma manhã com ele, naquele pequeno e singular local.Lugar que sempre rendeu muitas aprendizagens a quem teve a feliz oportunidade de estar com ele.

Eram tantas aventuras e brincadeiras... tomar leite que saía direto da vaca para a caneca, que era levada embrulhada com açúcar e chocolate. Era apanhar folhas de taiobas que eram tão grandes que tinham que ser vistas para serem criveis. Elas subiam nas porteiras para balançar no ir e vir delas. Escovar bezerros para tratá-los e, ao mesmo tempo, superar os medos. Sujar os pés na lama do gado para poder se molhar na bica, no frio congelante das manhãs. Assar o milho para comer e aprender como arrancá-lo do pé. São tantas histórias e sorrisos que as madrugadas precedidas das datas para irem, eram ansiosamente esperadas e apressadas.

  E a mais bela história de hoje dentre as várias, foi quando muito pequena a menina ouviu o pai lamentar o tamanho do galho arrancado de forma desnecessária do pé de limão, por conta de poucos limões obtidos como resultado do apanhar. Então ela, com um graveto e água da bica, faz umacova razoável no chão e planta aquele galho sofrido. E por lá ficou algum tempo. Numa bela manhã, como comportamento de rotina, o pai dela se senta na pequena escada da porta da sala da casa e olha o pé de limão. De imediato, relembra que a filha o chamou para vê-lo plantado.Percebe que estava brotando. Então, carinhosamente, ele finca estacas em torno do pé limão e, às vezes, o molhava, em tempos de muita seca. Ele se recorda do fato de ensinar, naqueledia, queé isso mesmo, devemos plantar sempre, tudo. Flores, frutas, tudo que enfeita ou come. E acrescentou:  “você também tem mãos boas para plantar”. Passa o tempo e um belo dia ele colhe limões, não muitos, alguns de tamanhos médios e meio verdes e os leva para casa e, chama por ela e diz: “olha! São limões de seu pé de limão. Vamos tomar uma limonada para comemorar. ” Ela fica eufórica. Faz a limonada, tomam e concluem que era o melhor limão, a melhor e mais saudável das limonadas e o maior feito da menina. Na semana seguinte, ela foi até lá para ver o seu pé de limão. Não muito alto, não muito farto, não muito apropriado ao local. Ele fora plantado exatamente em frente a porta da sala da casa. Por vezes, atrapalhava a entrada e saída de pessoas e coisas.  Por alguns bons anos,colheram os limões mais especiais de todos os limoeiros. 

Mais uma história...

Sabe-se que é importante os irmãos mais novos respeitarem os mais velhos. Está descrito nas leis sistêmicas.

Era uma vez um irmão mais novo que era muito ligado afetivamente a sua irmã mais velha. E o afeto continua e dão risadas até hoje quando se recordam juntos fatos do passado.Os dois se sentavam nos degraus da escada interna e ela,o ensinava carinhosamente a chupar o dedo polegar.

Por lá, eles ficavam. Quando a necessidade de carinho, afeto e reflexões surgiam, eles iam ao lugar especial para chuparem o polegar. Enquanto as coisas, situações, ou questões pessoais internas, se resolviam...

E mais uma história...

Durante as aulas de um dos cursos de Formação de Hipnose em Abordagem Ericksoniana, ele, o aluno exemplar, assíduo, atencioso e criador de excelentes metáforas, questionou um dos tópicos da matéria lecionada, e conclui: “quer dizer que se eu utilizar todos esses elementos da linguagem da hipnose em um único transe, estou dando tiro para todo lado? ” Foi um momento de descontração, muito riso, e, ao mesmo tempo, motivo de despertar aprendizagem, estabelecer a conexão entre os conteúdos,a compreensão do conjunto. Sempre gostamos de contar e relembrar este fato, ressaltando a metáfora, quando nos referimos aos elementos da linguagem da hipnose ericksoniana.

 

 

 

Indicação de leitura:

Livro:  Não diga sim quando quer dizer não.

Autor: Dr. Herbert Fensterheim e Jean Baer.

Editora Record.